Como aumentar o capital de giro? Essa é uma questão recorrente entre boa parte dos micro e pequenos empreendedores. Afinal, não se discute que nesse “elemento” está a possibilidade de manter as operações necessárias para o funcionamento da empresa.

Em termos práticos, o capital de giro pode ser descrito como o valor (recurso financeiro) que o negócio exige para executar a sua atividade econômica. Sua importância para o sucesso do empreendimento é indiscutível, até porque, é por meio dele que você conseguirá pagar os fornecedores, os funcionários e os impostos, por exemplo.  

Neste artigo, apresentaremos três dicas para aumentar o capital de giro. A leitura é relevante e, por isso, merece toda a sua atenção. Aproveite!

Como calcular o capital de giro?

Em primeiro lugar, é importante que você saiba como calculá-lo. De modo geral, o cálculo do capital de giro líquido (CGL) consiste na subtração do passivo circulante (PC) do ativo circulante (AC). A fórmula é: CGL = AC – PC.

O passivo circulante refere-se a todos os custos e despesas fixas, previsíveis ou programáveis, como:

  • contas a pagar (fornecedores e serviços em geral);

  • salários e encargos trabalhistas;

  • empréstimos;

  • aluguéis;

  • entre outros.

Já o ativo circulante corresponde a todos os recursos disponíveis e que podem ser facilmente convertidos em liquidez, o que inclui:

  • contas a receber;

  • valores em contas bancárias;

  • aplicações financeiras.

Quanto maior o capital de giro, maior também será a capacidade de o negócio arcar com os seus compromissos e fazer os investimentos necessários para o crescimento da empresa.

Como aumentar o capital de giro?

Vamos, agora, ao que, de fato, pretendemos com este conteúdo: as três dicas para aumentar o capital de giro.

1. Tenha um bom controle

A primeira dica é ter um bom controle. Entenda: é justamente na sua falta que acontecem os principais erros da gestão financeira, causando, em geral, problemas no fluxo de caixa.

Nesse sentido, é necessário não apenas controlar as entradas e saídas, mas realizar um planejamento com projeções futuras e informações detalhadas a respeito de todas as movimentações.

2. Negocie

É importante negociar, sempre! Diante dos possíveis atrasos nos pagamentos, seja pela inadimplência de seus clientes ou por um mero esquecimento, o não recebimentos dos valores esperados para o determinado momento pode prejudicar as suas contas.

Por essa razão, caso isso de fato ocorra, negocie com os fornecedores um prazo mais extenso, procurando evitar os juros extras e as possíveis multas por atraso, por exemplo.

3. Parcele quando for possível

Por mais que você tenha o capital em caixa para uma aquisição à vista, é interessante avaliar o pagamento parcelado, principalmente quando não houver a incidência de juros.

Além de reduzir o impacto nas contas no curto e médio prazos, essa estratégia proporciona uma maior margem de segurança para um possível contratempo.

Para concluir, lembre-se de que tudo o que você fizer para aumentar o capital de giro será vantajoso. O motivo pelo qual muitas organizações não conseguem passar dos primeiros anos de vida é exatamente a não disposição de dinheiro imediato para o cumprimento dos seus deveres.

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